É uma banda estado-unidense de hard rock formada por Nikki Sixx (baixista e fundador da banda de Hard Rock Mötley Crüe), DJ Ashba e James Michael. A banda tem esse título pela junção do sobre-nome de Nikki Sixx com as iniciais dos sobre-nomes do DJ Ashba e James Michael. Em 2007 a banda lançou o álbum The Heroin Diaries Soundtrack baseado no livro de Sixx e fizeram uma turnê pelos anos de 2007 e 2008. Atualmente a banda atua em um novo CD ainda sem detalhes por parte da banda, mas há previsões de lançamento no final de 2010. Nikki Sixx citou em uma entrevista sobre o album como inspirador. "Parece que nós colocamos a nós mesmos nesse álbum, e não posso esperar para você ouvir."
A Decibel Magazine colocou no ar uma lista no mínimo inusitada com as 10 capas mais de "macho" de todos os tempos. Confira abaixo a lista e os comentários feitos pela revista sobre as capas escolhidas.
10. Turisas
"Rasputin" [Single] (2007)
Os caras finlandeses com peles e pinturas de guerra, espadas e raiva saindo de, estranhamente, uma bola de discoteca. Espere, o que? A imagem é muito mais do que sabemos, mas como uma bola de discoteca foi parar na imagem de "Rasputin"? Inicialmente, pensamos que o TURISAS teria feito algum cover de "Hot Stuff" ou "I Will Survive". Não, eles apenas estavam mal vestidos e sem nenhuma ideia.
9. Raven
"The Pack is Back" (1986)
"Roqueiros atléticos". O RAVEN nunca teve uma ótima capa de álbum. Eu disse nunca? "The Pack is Back" evidentemente foi a melhor tentativa de fazer o grupo parecer "atlético". Uma tentativa de competir com outras bandas em vários esportes, notavelmente mal-sucedida. Bem, caras sem músculos, posições de poder e botas do Village People não parecem exatamente fortes, mas, ei, nós perdoamos. É a intenção que conta.
8. Lost Horizon "Awakening the World" (2001)
A banda sueca LOST HORIZON, também conhecida como o "HAMMERFALL KILLER" em alguns círculos seletos, veio para fora dos portões com um álbum flamejante. A arte tão ruim do álbum não poderia sequer se comparar à música. Eles tem os abdomens e os biceps para lutar no óleo com o Manowar, mas o resto da capa do álbum é um mistério. Homens Rato, Homens Porco, Homens Abutre em aparentes posições de poder e influência. Captamos essa. Espere, não captamos.
7. Majesty
“Sword & Sorcery" (2002)
O MAJESTY, agora conhecidos sob o nome pouco inspirado de METALFORCE, tem todo o estilo D&D/MANOWAR. Guerreiros, triunfando em seu caminho, usando um machado duplo e um escudo (bem real, sem dúvidas). Mas atenção, guerreiro! Há um exército de malvadões com chifres vindo por trás de você. Eles querem sua cuequinha de peles e botas. Não importa. O guerreiro irá quebrar todos.
6. Amon Amarth
"The Crusher" (2001)
Falando em quebradores... a banda sueca AMON AMARTH fez um álbum intitulado "The Crusher". Com uma versão legal de Mario do Super Mario Bros, o terceiro álbum do AMON AMARTH é um para ser lembrado para sempre. Mas nós não podemos dizer se é Mario o Armeiro, ou Mario o Mito Nórdico, ou o que seja. Provavelmente tudo junto. O sucessor de "The Crusher" seria "Versus The World", outro álbum com um grande desenho armado olhando para cima e pronto para conquistar o mundo. Sucesso épico!!
5. The Gates of Slumber
"Conqueror" (2008)
Ok, aqui vamos nós. Os caras do THE GATES OF SLUMBER não têm físico de praia. Então, o que falta neles no departamento de 'corpo de praia' sobra em riffs e na arte do álbum também. Um guerreiro estilo Conan no meio, braços abertos, uma espada cheia de sangue em uma mão e a cabeça de uma vítima na outra. Encantador! Então há uma moça pelada nos seus pés. Duplamente encantador! O cinto com uma caveira enorme do DANZIG também não poderia ficar de fora.
4. Accept "Balls to the Wall" (1984)
Essa capa está no inconsciente da maioria dos metaleiros. O que isso significa? O que o ACCEPT estava tentando comunicar aqui? Eu deveria me sentir um pouco desconfortável quando olho a perna tensa cabeluda e suada deste cara? Por que ele está segurando uma bola? Que tipo de bola é? Parece dura. Como eu sei disso? Bem, as veias do cara estão saltando. Não a veia principal, mas as veias da sua mão. Todos esses anos e nós ainda não chegamos a uma conclusão. E, sim, até agora estamos um pouco desconfortáveis.
3. Manowar
"Warriors of the World" (2002)
Qual lista de capas de "macho" estaria completa sem o MANOWAR? Nenhuma! Em 3º está "Warriors of the World". Material típico do Manowar, realmente. Um guerreiro musculoso, espada na mão, abdomen tipo tanquinho, grande bandeira dos EUA na outra, vindo de uma caverna estilo Flautista de Hamelin. Sua comitiva? Um monte de homens com os peitos de fora segurando bandeiras de vários outros países, trazendo seu poder de macho conquistador. Mas espere. Onde está a cabeça dele? Parece que pagaram pouco pela arte.
2. Virgin Steele
"Noble Savage" (1984)
O VIRGIN STEELE é bem conhecido por ter pego a mesma estrada do Manowar. Um cara menos corpulento e forte do que o Manowar, mais brando, porém atlético. O VIRGIN STEELE é menos Conan do que seus mestres. O "Noble Savage" se adapta bem. Um céu flamejante, abdomen coberto, usando espada, um guerreiro quase nu com seu punho para o alto sinalizando para uma águia. Precisávamos de um abdomen coberto, de um cara quase nu? Acho que sim.
1. Manowar
"Anthology" (1994)
Realmente, esta lista completa poderia ser de capas do Manowar. Apesar disso, essa pobre capa de álbum - onde está o logo do MANOWAR? - é a capa mais de macho de todas. Pelo menos na nossa humilde visão. Quatro caras musculosos, salvadores do metal cheios de óleo são tão metal que eu não sei nem por onde começar. Vamos tentar mesmo assim. Joey DeMaio tem uma espécie de imã para garotas ali. Suas pernas italianas ultra cabeludas. Realmente, estamos imaginando: onde comprar um par dessas botas brancas de pele?
David Coverdale ex-vocalista da banda Depp Purple, logo após sua saída da banda em 1976 não perdeu tempo e no mesmo ano criou e lançou seu projeto solo: David Coverdale's Whitesnake. O segundo álbum desse projeto, Northwinds (1977) foi produzido por Roger Glover e contou com a participação de Ronnie James Dio (à época no Rainbow) nos 'backing vocals'.
A formação da banda contava com Bernie Marsden e Micky Moody (guitarras), Neil Murray (baixo) e Dave Dowle (bateria). Em 1978 saiu o álbum considerado de estréia do Whitesnake, Trouble. No ano seguinte, Jon Lord (ex-membro do Deep Purple) juntou-se à banda e na sequência vieram os álbums Lovehunter (1979) e Live...in the Heart of the City (1980).
Em 1980 é lançado Ready an' Willing, com Ian Paice (ex-Deep Purple) na bateria. Apesar de tantos 'ex-Purples', o som do Whitesnake teve, desde o início, um estilo diferente do Deep Purple, mais voltado para o hard rock americano, com fortes influências 'redneck' presentes na guitarra com slide de Moody , ótimos 'riffs' e um baixo bem presente e elaborado.
Em 1981 lançam Come an' Get It e em 1982, Saints & Sinners que conquista o público com músicas como "Here I Go Again" e "Crying In The Rain".
Muitas mudanças ocorrem no Whitesnake após este álbum e até o término da banda foi cogitado, o que não aconteceu. Após a turnê de Saints & Sinners, Ian Paice deixa a banda. Pouco depois, Bernie Marsden Neil Murray também saem. Mas Coverdale não esmorece e chama Cozy Powell para substituir Paice. Mel Galley (ex-Trapeze) assume a guitarra e Colin Hodgkinson o baixo. Lançam Slide It In em 1984 e, após o lançamento, mais uma mudança: Micky Moody sai, sendo substituído por John Sykes (ex-Tygers of Pan Tang). "Love Ain't No Stranger","Guilty Of Love" e "Slow and Easy" fazem dele um sucesso, podendo ser considerado um dos mehores álbuns da banda. Mel Galley apresenta problemas no braço e fica afastado da banda parte da turnê. O Whitesnake segue com um só guitarrista. O baixista Neil Murray volta para a banda enquanto Jon Lord volta para o Deep Purple.
Em 1985 a banda toca no Brasil, no Rock in Rio, no lugar do Def Leppard (que desistiu na última hora devido ao trágico acidente de carro de seu baterista, Rick Allen, que teve um braço amputado). Cozy Powell também deixa a banda e em seu lugar entra Aynsley Dunbar. O álbum Whitesnake de 1987 traz como participação especial, o guitarrista Adrian Vandenberg. A música "Is This Love" estoura nas paradas mundiais, sendo inclusive tema de telenovela no Brasil.
As mudanças não param por aí, Vandenberg é efetivado na banda e John Sykes sai (dizem que ele queria ser o único guitarrista), Tommy Aldridge e Rudy Sarzo (Quiet Riot) substituem Aynsley Dunbar e Neil Murray respectivamente. Vivian Campbell (atualmente no Def Leppard) faz do Whitesnake um quinteto mais uma vez. O próximo álbum Slip of the Tongue de 1989 porém, tem Steve Vai na guitarra, em vez de Campbell.
Apesar do sucesso de hits como The Deeper The Love, o disco não vendeu muito bem, e Coverdale decide dar um tempo. Ele só volta em 93 com um projeto chamado Coverdale / Page (com Jimmy Page, ex-Led Zeppelin).
Coverdale reformulou o Whitesnake em 1994, lançando uma coletânea, Greatest Hits. Em dezembro de 97 esteve no Brasil, no show da festa da 89 FM promovendo seu novo álbum, Restless Heart. Starkers in Tokyo surgiu quando a EMI propôs que Coverdale e Adrian Vandenberg fizessem um show acústico no Japão para promover o novo álbum. O resultado foi tão bem aceito pelos fãs que acabou virando CD.
Em 2000, a gravadora lançou o “The Best of”, um disco que traz parte dos grandes hits que fizeram do Whitesnake uma das melhores bandas de hard rock do mundo. Já em 2003, ele começam uma turnê mundial, onde forma "headliners" em diversos festivais na Europa e América do Norte. No "line up" estão Reb Beach e Doug Aldrich nas guitarras, Timothy Drury nos teclados, Marco Mendoza no baixo e Tommy Aldridge na bateria, além é claro, de Coverdale nos vocais.
Em 2008, já com Uriah Duffy no baixo e Chris Frazier na bateria, a banda lança o álbum Good to Be Bad após 11 anos, sem lançar um álbum de originais. O disco é lançado em versão CD normal, uma versão com caixa rigida especial com ofertas como poster, autocolantes e faixas extras e ainda em versão LP especial. O álbum contem já hits instantâneos como: "Lay Down Your Love","Can You Hear the Wind Blow","Good To Be Bad" e ainda as baladas "All I Want All I Need" e "Summer Rain". O álbum foi para já muito bem acolhido pela imprensa como grande candidato a álbum do ano.
Em fevereiro de 2010 o vocalista David Coverdale afirma no myspace oficial da banda que há projetos para um novo álbum de estúdio para 2011.
Discografia:
Snakebite (1978) (EP)
Trouble (1978)
Lovehunter (1979)
Live at Hammersmith (1980) (Ao vivo)
Ready an' Willing (1980)
Live...in the Heart of the City (1980) (Ao Vivo)
Come an' Get It (1981)
Saints and Sinners (1982)
Slide It In (1984)
Whitesnake / 1987 (1987)
Slip of the Tongue (1989)
Restless Heart (1997)
Starkers in Tokyo (1997) (Ao vivo)
Live In the Still of the Night (2006) (DVD)
Live: In the Shadow of the Blues (2006) (Ao vivo)
Good to Be Bad (2008)
Nem só de marmanjos feios, sujos e barbados vive o Rock N' Roll. As meninas estão ganhando cada dia mais espaço no mundo do rock, esbanjando beleza e sensualidade e colocando pra escanteio o pensamento antiquado de que rock é coisa só pra macho.
Elas estão por todos os cantos do globo, seja em bandas formadas somente por mulheres ou acompanhadas dos homens. Umas são famosas, outras nem tanto e algumas são praticamente desconhecidas mas todas tem a beleza em comum.
Live at Donington foi gravado no ano de 1991 pelo grupo australiano AC/DC no Castle Donington. É considerado um dos maiores shows de toda a história,usando também de bons efeitos visuais. Em duas horas de show, o grupo tocou os seus maiores sucessos. O show foi filmado em 35mm com 26 câmeras(incluindo um helicóptero).
Músicas:
01 - Thunderstruck
02 - Shoot To Thrill
03 - Back In Black
04 - Hell Ain't A Bad Place To Be
05 - Heatseeker
06 - Fire Your Guns
07 - Jailbreak
08 - The Jack
09 - Dirty Deeds Done Dirt Cheap
10 - Moneytalks
11 - Hells bells
12 - High Voltage
13 - Whole Lotta Rosie
14 - You Shook Me All Night Long
15 - T.N.T.
16 - Let There Be Rock
17 - Highway To Hell
18 - For Those About To Rock (We Salute You)
A banda foi formada em 1983 no Brooklyn, Nova York. O formação inicial contava com Mike Tramp (vocal), Vito Bratta (guitarra), Dave Capozzi (bateria) e Felix Robinson (baixo). Felix era o mais experiente, já que vinha do Angel, banda por onde passou também o tecladista Greg Giuffria.
Na época a Elektra Records estava contratando bandas de hard aos montes, além do seu cast já contar com Mötley Crüe e Dokken, eles queriam mais.
Assim a banda junto com a Elektra lança o álbum intitulado “Fight to Survive”, e a Elektra, que esperava no mínimo um disco de ouro, ficou a ver navios. A gravadora se arrependeu do investimento e abandonou a banda. Os integrantes começaram a procurar razões para o insucesso do disco e começaram a se desentender. O ponto cuminante da história foi a saída de Dave Capozzi e Felix Robinson.
Logo depois a gravadora RCA abriu as portas para a banda e resolveu distribuir seu álbum. O disco foi lançado no Japão e teve uma excelente repercussão.
Após o lançamento do álbum no Japão entram na banda o baixista James LoMenzo e o baterista Gregg D'Angelo. O integrantes da banda já estavam sendo comparados a artistas já conceituados. Então a Atlantic Records se oferecia para fazer o novo álbum deles.
Então em 1987 é lançado “Pride”. Repara-se que neste álbum que a banda assumiu uma nova identidade, um estilo mais próprio. O álbum entrou na Billboard e alcançou a 11ª colocação. Parecia um sonho para os integrantes do White Lion que num dia estavam na rua da amargura e agora próximos do Céu. “Wait” e “When The Children Cry” se tornaram sucessos nos Estados Unidos.
A banda ainda lança mais dois álbuns, “Big Game”(1989) e “Mane Attraction”(1991).
Com o passar do tempo iam tentando adaptar seu som às novas tendências que surgiam e foi aí que os problemas começaram a aparecer de novo. Os “substitutos” alegaram não estarem gostando do estilo que a banda estava se propondo á fazer, e abandonaram o barco, sendo substituídos pelo baterista Jimmy Degrasso (Ex-Y&T) e o baixista Tommy Caradonna (Alice Cooper). Esta formação não teve tempo para mostrar alguma coisa, já que Mike Tramp achou melhor investir em outro projeto, o Freak of Nature.
Ainda em 92 foi lançado uma coletânea que continha os hits e as melhores canções da curta carreira da banda.
Após 17 após o lançamento do último álbum de estúdio a banda lança um novo álbum "Return of The Pride".
Pat Torpey, Billy Sheman, Eric Martin e Paul Gilbert
Um Pouco da História
O Mr. Big é uma banda da Hard Rock Norte-Americana formada em 1989.
Em 1989 começou com os músicos Paul Gilbert (guitarra), Billy Sheehan (baixo), Eric Martin (vocal) e Pat Torpey (bateria). Todos os membros já eram extremamente habilidosos quando começaram, Erci Martin cantava desde os 10 anos de idade, e, mais tarde, fora líder da Eric Martin Band. Paul Gilbert já tocava guitarra desde os 9 anos, e já havia tocado com as bandas Racer X. Billy Sheman já liderara o Talas, tocara na UFO e na banda solo do vocalista David Lee Roth. Já Pat Torpey já havia tocado com Robert Plant, John Parr e Belinda Carlisle.
O resultado desta união veio rápido, no mesmo ano eles lançaram o álbum auto-intitulado lançado pela Atlantic Records. Logo as músicas "Big Love" e "Addicted to That Rush" estouraram nas rádios.
No ano seguinte a banda saiu em turnê e logo em seguida já haviam começado a gravar o próximo álbum, “Lean Into It”. As músicas “Lucky This Time”, “Green-Tinted Sixties Mind” e “To Be With You” geraram grande repercusão e sucesso com o público. “To Be With You” chegou ao topo das paradas em 1991. Dois anos depois, após o sucesso do “Lean Into It”, chegava as lojas o terceiro álbum da banda. Fizeram uma turnê mundial e derão uma passadinha pelo Brasil tocando no festival M2000 Summer Concerts, onde fizeram um show para mais de 100 mil pessoas. Junto com as bandas Helmet, Rollins Band e os brasileiros do Dr. Sin e Raimundos. Este show foi considerado por Paul Gilbert como o mais importante de sua carreira.
Em 1996 é lançado o quarto álbum, “Hey Man”, que não obteve o mesmo sucesso que os anteriores. Paul e Billy começaram a se dedicar a outros projetos. Paul lançou o primeiro disco solo, “King of Clubs”. Já Billy, junto com o tecladista John Novello e o baterista Dennis Chambers, criou outra banda, a Niacin, que misturava ritmos de Jazz e Rock. A turnê do disco solo de Paul fez com que ele saísse da banda logo depois.
O grupo enfrentava conflitos internos desde o ínicio, mais soube administrá-los para que nada atrapalhasse o trabalho. Até que decidiram tirar uma folga. Já em 1999 se reuniram novamente. Como continuvama sem guitairrista chamaram o amigo Richie Kotzen, ex-Poison. Com a nova formação, o grupo entrou em estúdio novamewnte e lançam o disco “Get Over It”, que não obteve um bom retorno dos fãs.
Em 2000 Billy resolve lançar um segundo disco com a sua banda Niacin, intitulado "Deep".
No ano seguinte o Mr. Big começar a gravar o 6º álbum da carreira, o “Actual Size”, mais os conflitos pioraram. O disco foi lançado no Japão, o que não evitou os problemas, havia discordância sobre o disco, o som, a turnê, entre muitos outros assuntos, a solução do grupo foi despedir Billy.
Assim que o produtor da turnê no Japão ficou sabendo da decisão do grupo, cancelou os shows. Uma nova reunião foi marcada e Billy concordou em tocar nos shows, mas não voltaria ao grupo se grandes mudanças não fossem feitas. Eles decidiram, então, que, após a turnê, a banda acabaria.
O último show em Tóquio foi registrado e lançado em CD e DVD: “Mr. Big in Japan”. Em 2003 ainda saiu um álbum tributo, “Influences and Connections”, em que os integrantes e músicos que influenciaram ou foram influenciados pelo grupo gravaram algumas das canções que marcaram a carreira do Mr. Big. O único a não participou do álbum foi Paul Gilbert.
Em 2009 a formação original do Mr. Big celebrou o vigésimo aniversário do lançamento do seu primeiro álbum através de uma reunião para uma turnê no Japão. Eric Martin, Billy Sheehan, Paul Gilbert e Pat Torpey confirmaram seus planos de reunião com o DJ Koh Sakai do programa japonês de rádio "Heavy Metal Syndicate". Gilbert disse em uma mensagem pré-gravada: "Mr. Big está junto de volta, todos membros originais, e iremos ao Japão tocar ao vivo. Então, venha conferir e detonar conosco".
Discografia
Álbuns de Estúdio
* Mr. Big (1989)
* Lean Into It (1991)
* Bump Ahead (1993)
* Hey Man (1996)
* Get Over It (2000)
* Actual Size (2001)
Álbuns Ao Vivo
* Raw Like Sushi (1990)
* Mr. Big Live (Live in San Francisco) (1992)
* Raw Like Sushi II (1992)
* Japandemonium: Raw Like Sushi 3 (1994)
* Channel V At The Hard Rock Live (1996)
* Live At Budokan (1997)
* In Japan (2002)
Coletâneas
* Big Bigger Biggest: Greatest Hits (1996)
* Deep Cuts (2000)
* Greatest Hits (2004)
* Next Time Around: Best of Mr. Big (2009)
Não foi só o Mickael Jackson e Lionel Richie que escreveram uma canção para arrecadar dinheiro para as crianças da África! Ronnie James Dio também escreveu!
Ronnie James Dio e mais 40 artista da comunidade do Heavy Metal se reuninram nos Estúdios da A&M em Hollywood, na Califórnia, para doar seu tempo e talento, para uma canção escrita por Dio.
Eles produziram uma música chamada "Stars" . A idéia surgiu depois do sucesso de projetos como o "Band Aid" no Reino Unido, e o "USA for Africa" nos Estados Unidos. Eles lançaram um CD contendo a música "Star" e mais 8 canções. Também foi lançado em video, o clipe da música e making off, e um documentário sobre o projeto.
Em meados de 1987 o Hear'n Aid arrecadou e doou, cerca de U$$1.000.000,00 para o projeto.
Faixas:
1. Varios - "Stars"
2. Accept - "Up To The Limit"
3. Motörhead - "On The Road"
4. Rush - "Distant Early Warning"
5. Kiss - "Heaven's On Fire"
6. Jimi Hendrix - "Can You 'See Me"
7. Dio - "Hungry For Heaven"
8. Y&T - "Go for The Throat"
9. Scorpions - "The Zoo"
Na lista dos artistas quem participaram do projeto estão incluídos:
Vocais:
Ronnie James Dio (Rainbow, Black Sabbath, Dio, Heaven and Hell)
Don Dokken (Dokken, Don Dokken)
Kevin Dubrow (Quiet Riot)
Brad Gillis (Night Ranger, Ozzy Osbourne)
Craig Goldie (Dio)
Chris Hager (Mickey Ratt *versão inicial da banda RATT*, Rough Cutt)
Rob Halford (Judas Priest)
Blackie Lawless (W.A.S.P.)
Vince Neil (Mötley Crüe)
Paul Shortino (Quiet Riot)
Geoff Tate (Queensrÿche)
David St. Hubbins (carece de fontes)
Guitarras:
Eric Bloom (Blue Öyster Cult)
Carlos Cavazo (Quiet Riot, Ratt)
Amir Derakh (Rough Cutt, Jailhouse)
Chris Holmes (W.A.S.P.)
George Lynch (Dokken)
Yngwie Malmsteen (Solo)
Mick Mars (Mötley Crüe)
Dave Meniketti (Y&T)
Dave Murray (Iron Maiden)
Ted Nugent (Solo)
Eddie Ojeda (Twisted Sister)
Donald "Buck Dharma" Roeser (Blue Öyster Cult)
Neal Schon (Journey)
Adrian Smith (Iron Maiden, Bruce Dickson)
Baterias:
Tommy Aldridge (Thin Lizzi e Whitesnake)
David Alford
Carmine Appice (King Kobra, Paul Stanley, Pink Floyd)
Vinnie Appice (Black Sabbath, Dio)
Frankie Banali (Quiet Riot, WASP, Billy Idol)
Vivian Campbell (Def Leppard, Dio, Whitesnake, Shadow King)
Mick Brown (Dokken, Ted Nugent)
Baixo:
Jimmy Bain (Rainbow, Dio, Ronnie James Dio)
Jeff Pilson (Dokken Dio)
Rudy Sarzo (Dio, Ozzy Osbourne, Quiet Riot, Whitesnake)
Derek Smalls (carece de fontes)
Matt Thorr (Ratt, Rough Cutt)
Teclados:
Claude Schnell (Dio, Y&T)
Mark Stein (Alice Cooper Band', Vanilla Fudge, Tommy Bolin Band)
A banda começa na cidade de Lugano, Suíça em 1989, quando o vocalista Steve Lee e o guitarrista Leo Leoni montam a banda Krak, gravando um únic álbum que permanece na gaveta até hoje. Mais amigos dos dois Marc Lynn assume o cargo de baixista na banda, e mais tarde Hena Habegger assume as baquetas do grupo. Depois de algum tempo, resolveram trocar o nome da banda, porque o nome "Krak" tinha uma certa semelhança com a banda "Krokus" outra banda suíça. O nome Gotthard é sugerido por Leo Leoni, que é uma referência a uma grande e rochosa montanha suíça.
Banda formada, nome estabelecido, era hora de lançar um disco. No início de 1992 a banda lança um single, "Firedance", e na metade do ano sai o primeiro álbum, produzido por Chris Von Rhor (baixista ddo Krokus). Auto-intitulado e com o Santo Sudário na capa o álbum permaneceu por quinze semanas no topo dos charts suíços.
Com o sucesso do álbum, a banda gravou clipes para "Hush" e "All I Care For" que passaram na MTV e outros canais de TV suíços. Em 1993 a banda foi indicada ao World Music Awards e foi vencedor de dois prêmios suíços, o Rete 3 Award e o Golden Reel.
Em 1994 lançam "Dial Hard", novamente produzido por Chris Von Rhor. A realiza uma extensa turnê, tocando em vários festivais incluindo o de Mountreux, transmitido ao vivo para toda a Europa.
O próximo álbum só viria no ano de 1996. Intitulado "G", que ganhou status de platina na Suíça, e permaneceu por várias semanas como o álbum suíço nº 1 no Top 50 da Alemanha. No final do mesmo ano a banda apresenta seu mais novo guitarrista, Mandy Meyer, que já havia passado pelo Krokus e Asia entre outras bandas.
Em 1997 a banda lança o single "One Life One Soul" com a cantora lírica Montserrat Caballé, e o álbum acústico chamado Live & Acoustic D'Frosted.
O quinto álbum só viria em 1999, "Open" um trabalho diferente dos anteriores, mais leve e melódico.
Em 2000 mais um lançamento, "Homerun" que aumentou ainda mais o prestígio da banda por toda a Europa.
Em março de 2002 o Gotthard lança o DVD ao vivo chamado "More Than Live". Também é lançado o álbum "Human Zoo", gravado no próprio estúdio da banda.
A banda, descontente por não ter seus álbums lançados mundialmente, encerra sua parceria com a gravadora BMG.
Em 2004 lançaram o álbum "Lipservice", em 2007 o "Domino Effect" e em 2009 o álbum "Need to Believe".
Discografia: * 1992: Gotthard * 1994: Dial Hard * 1996: G. * 1997: D'Frosted (Acoustic Album) * 1999: Open * 2001: Homerun * 2002: One Life One Soul (Best of Ballads) * 2003: Human Zoo * 2004: One Team One Spirit (Best of Album) * 2005: Lipservice * 2006: Made In Switzerland (Live Album) * 2007: Domino Effect * 2007: B-Sides '1997-2007' * 2009: Need To Believe
Como eu diria ao meu amigo Ricardo: "Toca Skid Row aí"
Um Pouco da História
Skid Row foi formado em 1986 na cidade de Nova Jérsei, Estados Unidos. A banda fazia um bom e velho Hard Rock, atualmente está mais pra Heavy Metal, mais não é a mesma coisa são o grande vocalista Sabastian Bach. O Skid Row foi formado em 1986 por Dave Sabo (guitarra) e Rachel Bolan (baixo). Mais tarde viriam Sebastian Bach (vocais), Scotti Hill (guitarra) e Rob Affuso (bateria). O nome Skid Row foi comprado por cerca de 35 mil dólares de uma banda de rock irlandesa, surgida em 1967, que gravou apenas dois álbuns, em 1970 e 1971. (Um de seus integrantes foi Gary Moore que tocou com o grupo Thin Lizzy). Já em 1987, a banda começa a ganhar prestígio e Jon Bon Jovi, também de Nova Jérsei, amigo de infância de Dave "The Snake" Sabo, consegue arranjar um contrato com a gravadora Atlantic Records para a banda. O álbum de estréia do grupo viria em 1989 com o mesmo nome da banda. Este disco trouxe dois dos maiores hits do ano, "18 and life" e a balada "I Remember You". Após dois anos e meio de inatividade é lançado Slave to the Grind. O álbum mostra o talento do grupo, muito mais voltado para o heavy metal mas ainda com muita influência de hard rock, traz composições como "Monkey Business", "Quicksand Jesus", "Slave to the Grind", "In a Darkened Room" (muito elogiada pela crítica) e a balada "Wasted Time". Slave to the Grind foi o primeiro álbum de metal a estrear no topo na parada da Billboard. Neste mesmo ano a banda abriu os concertos da turnê Use Your Illusion do Guns N' Roses nos Estados Unidos, Canadá e Europa.
Em 1992, é lançado o EP B-side Ourselves, com cinco covers, canções como "Little Wing" de Jimi Hendrix e "Psycho Terapy" dos Ramones. O álbum contou com a participaçao de Rob Halford na canção "Delivering The Goods". Colhendo elogios, fãs e prestígio, o Skid Row foi uma das bandas mais bem sucedidas do início dos anos 1990.
Em 1995, é lançado Subhuman Race, totalmente diferente dos anteriores. Destaque para "My Enemy", "Into Another" e "Breaking Down" (que aparece no filme A Profecia). Após todo aquele prestígio mencionado ter ido por água a baixo graças ao grunge de Seattle, e sem apoio da mídia e da MTV, Subhuman Race não teve boa repercussão, e em 1996 o vocalista Sebastian Bach é expulso da banda por divergência de opiniões, um suposto final para o Skid Row foi um concerto desastroso no Brasil. Segundo Bach, depois deste concerto, onde teve muitas vaias, ele nunca mais teve contato com a banda.
Já em 1998, Sebastian Bach volta ao mundo do rock com o álbum solo, "Bring Em Bach Alive". Trazendo cinco canções novas de estúdio e onze antigas, gravadas ao vivo em um concerto em Tóquio. Nesse trabalho Sebastian Bach é acompanhado por Richie Scarlet e Jimmy Flemion nas guitarras, Larry no baixo, e Mark Mconnell na bateria. Apesar de ter vendido menos que qualquer disco do Skid Row, Bring Em Bach Alive agradou os fãs e a crítica.
Paralelamente ao projeto de Sebastian Bacho o Skid Row lança a coletânea Forty Seasons com 16 faixas. Inexplicavelmente ficaram de fora "Wasted Time" e "In a Darkened Room", apesar desse lapso, traz um bom repertório, com destaque para duas canções inéditas "Forever" (bem hard rock na linha do primeiro trabalho) e "Fire in the Hole" (mais pesada como no segundo álbum).
Sem o seu vocalista original, o Skid Row foi reformulado pelos guitarristas Scott e Snake e pelo baixista Rachel Bolan, que se juntaram ao vocalista Johnny Solinger e ao baterista Charlie Mills em uma turnê com o Kiss pelos EUA. Charlie foi logo substituído por Phil Varone. Com esta formação lançaram o single chamado "Thick Is The Skin" e saíram em turnê com o Tesla, Vince Neil e Jackyl. Inegavelmente foi influenciado pela banda Van Halen
Integrantes:
* Johnny Solinger - vocal * Dave "Snake" Sabo - guitarra * Scotti Hill - guitarra * Rachel Bolan - baixo * Dave Gara - bateria
Discografia:
* Skid Row (1989) * Slave to the Grind (1991) * Subhuman Race (1995) * 40 Seasons: The Best of Skid Row (1998) * Thickskin (2003) * Revolutions Per Minute (2006)
A banda Shakra surgida na suíça faz seus primeiros lançamentos, "Shakra" (1997) e "Moving Force" (1999). O início da carreira da banda foi uma curva de aprendizagem com enormes sucessos, mas a descoberta real veio com o seu terceiro disco "Power Ride" (2001) quando o vocalista Pete Wiedmer foi forçado a deixar a banda por motivos de saúde, sendo substituído por Mark Fox. Mark imediatamente colocou seu selo sobre o álbum seguinte "Rising" (2003), que viu Shakra subir mais alto na carreira do que nunca e bateu nas paradas alemãs e suíças. A banda então lançou o álbum "Fall" (2005) que também alcançou as paradas da Suíça. Com o videoclipe para a música "Chains Of Temptation" mostrando o cantor Fox dando-se uma injecção de heroína, a banda se tornou a sensação da cena Metal.
A banda já saiu em turnê com bandas como Hammerfall e Stratovarius, Iron Maiden, Great White, Uriah Heep e Guns 'N' Roses.
Shakra mostrou seu poder incrível no palco, diante de grandes platéias e ganhou um grande número de novos fãs. A banda ainda não estorou na Améria Latina, mais espero que isso não demore a acontecer, seria ótimo ver um show dessa incrível banda!
Discografia:
* 1997 "Shakra" * 1999 "Moving Force" * 2000 "The Live Side" (Live) * 2001 "Power Ride" * 2003 "Rising" * 2004 "My Life My World" (Live-DVD+CD) * 2005 "Fall" * 2007 "Infected" * 2009 "Everest"
Em minha opinião Journey é umas das melhores bandas de Rock Progressivo/Hard Rock que existe! Journey é uma banda formada nos Estados Unidos em 1973 na cidade de San Francisco. A banda fez grande sucesso nas rádios no início da década de 1980, com uma série de baladas com lindas letras e técnicas instrumentais incríveis! Grandes hits foram lançados pela banda, talvez esses sejam os mais conhecidos "Faithfully", "Lights", "Open Arms", além de outras como "Don't Stop Believin'", "Any Way You Want It", "Separate Ways (Worlds Apart)" e "Wheel in the Sky". O Journey teve mais de 75 milhões de discos vendidos!
O Journey antes mesmo de ser tornar uma banda mundialmente conhecida, teve em seu currículo várias formações , mais foi com a entrada de Seteve Perry assumindo os vocais que a banda lança seu terceiro álbum intitulado "Infinity". O novo disco contava com uma sonoridade diferente dos álbuns passados, mais acessível, melódico e menos experimental. O sucesso comercial foi crescente. O proximos álbum “Evolution”, foi impulsionado pelo bem-sucedido single "Lovin’, Touchin’, Squeezin" superado anos depois pelo hino dos anos 80 lembrado até hoje "Dont Stop Believin'". Da mesma forma, foram lançados “Departure” e o ao vivo “Captured”, ambos com ótimas vendagens. Desgastado pelas freqüentes turnês, Gregg Rolie, um dos fundadores da banda, sai dando lugar ao tecladista Jonathan Cain.
Com isso o ápice da carreira do Journey veio a seguir em 1981, com o lançamento de “Escape”. Recheado de hits, o álbum chegou ao primeiro lugar nos ‘charts’ americanos, uma posição acima de seu sucessor, o também multi-platinado “Frontiers”. Mesmo com o sucesso do álbum “Raised on Radio”, Steve Perry, que havia assumido o controle total do grupo, decide dar fim às atividades do Journey.
Após um hiato de 10 anos, o Journey volta à ativa novamente com a formação de maior sucesso que já teve: Steve Perry, Nean Schon, Jonathan Cain, Steve Smith e Ross Valory, com o lançamento de “Trial By Fire” que teve grandes vendagens logo em sua primeira semana de lançamento. Mas como nem tudo foram flores na vida de Steve Perry no Journey, o mesmo precisou sair desta vez e por fim, por motivos de saúde, (Steve Perry sofreu um acidente no Havaí enquanto praticava alpinismo e machucou-se seriamente, depois estava sofrendo de artrite, devido ao acidente no Havaí e necessitava urgentemente de cirurgia) Portanto foi substituído por Steve Augeri Ex "Tyketto" para a turnê do disco.
Somente em 2008 com o novo CD "Revelation" está tendo um grande sucesso novamente que já não tinha desde 1996 antes da saída de Perry. Atravéz de um video no YouTube a entrada de "Arnel Pineda" nos vocais da banda, que de aparencia oriental, mas de nacionalidade Filipina, ajudou o Journey a alcançar a marca de 104 mil cópias vendidas nos Estados Unidos em sua semana de lançamento e fez o Journey ressonar como na época de Perry brilhantemente como nunca! O Journey foi uma das bandas que mais trocou de membros, talvez perdendo somente para o Deep Purple.
Discografia:
* Journey (1975) * Look into the Future (1976) * Next (1977) * Infinity (1978) * Evolution (1979) * Departure (1980) * Escape (1981) * Frontiers (1983) * Raised on Radio (1986) * Trial by Fire (1996) * Arrival (2001) * Generations (2005) * Revelation (2008)